01 de março de 2021 às hm
ATENDIMENTO FISIOTERAPEUTICO NO PÓS COVID

 

 

 

 

A pandemia do COVID-19 trouxe diversos impactos ao mundo, ocasionando altas taxas de internação hospitalar e de mortalidade. Porém, o COVID-19 também traz grande impacto funcional aos que se recuperaram da doença, especialmente àqueles que necessitaram de internação em Unidade de Terapia Intensiva.

Muitos pacientes que já concluíram o ciclo de manifestação do novo coronavírus apresentam lesões e sequelas da doença, por isso, necessitam de acompanhamento clínico para que consigam retomar as atividades normais.

Considerando problemas como desgaste muscular, desnutrição, perda de peso, dificuldades respiratórias e de deglutição decorrentes da intubação, o trabalho de reabilitação nesses casos pode durar de 04 semanas a meses.

O Tratamento abrange recomendações para: reabilitação pulmonar, cardiovascular, neuromusculoesquelética e neurológica, sem deixar de lado as recomendações médicas e psicológicas.

No atendimento pós-hospitalar, ele é responsável por indicar exercícios e procedimentos terapêuticos para fortalecer a musculatura respiratória e periférica, tanto de quem acabou de sair da UTI quanto de quem está se recuperando em casa.

Pode ser que o paciente crítico possa perder entre 17% e 30% da massa muscular nos 10 primeiros dias de uma internação sob cuidados intensivos. Nos casos mais graves de Covid-19, a permanência na UTI pode durar de duas a três semanas (ou mais).

Para auxiliar na recuperação desses pacientes ainda no hospital, o fisioterapeuta pode recorrer a exercícios com pesos para fortalecer a musculatura respiratória e periférica (braços e pernas).


As orientações dadas pelo fisioterapeuta para serem realizadas em do-micílio faz com que todos da residência estejam integrados no tratamento, pois os familiares são importantes na continuidade do cuidado e no auxílio das atividades propostas.

O fisioterapeuta é fundamental para reforçar a importância da realização das atividades e consequentemente na adesão da terapêutica domiciliar.A atenção domiciliar tornou-se um dos principais pilares da prestação de serviços em saúde, uma vez que atende às necessidades de pacientes com condições crônicas de saúde, pois promove a melhora da qualidade de vida através do controle dos sinais e sintomas, minimizando os riscos de complicações.

Todavia, a falta de aderência ao tratamento, o que inclui não seguir as orientações domiciliares, aumenta a probabilidade de fracasso do tratamento, sendo um fenômeno que repercute negativamente no indivíduo de forma global

 

DR. ANTONIO VIANA DE CARVALHO JUNIOR

FISIOTERAPEUTA

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